MORTAL KOMBAT

Publicado: 02/05/2019 em Propostas de Escrita

Mortal Kombat é uma série de jogos criados pelo estúdio de Chicago da Midway Games. Em 2011, depois da falência da Midway, a produção de Mortal Kombat foi adquirida pela Warner Bros, tornando-se em seguida na Netherealm. A Warner detém actualmente os direitos da série.

A produção do primeiro jogo foi baseada na ideia original que Ed Boon e John Tobias tinham em fazer um jogo em que participasse Jean-Claude Van Damme,[2] mas a ideia foi deixada de parte, e em vez disso foi criado Mortal Kombat, um jogo de luta com temas de fantasia e ciência, lançado em Outubro de 1992.[3] O jogo original, gerou muitas sequelas, vários jogos de acção-aventura, filmes (animados e live-action com a sua sequela) e séries de televisão (animadas e live-action). Outra média inclui banda desenhadajogo de cartas e a Mortal Kombat: Live Tour, um teatro de artes marciais com personagens da série.

A série é conhecida pelos altos níveis de violência sangrenta, incluindo mais notavelmente, as Fatalidades (movimentos finalizadores, que requerem uma sequência de botões e movimentos para serem executadas). As Fatalidades, em parte, levaram à criação da ESRB, o sistema norte-americano que classifica os videojogos. O próprio nome da série também é conhecido por usar a letra “K” em vez da letra “C”, isto para o “C” ter um som mais forte, criando intencionalmente um erro de soletração para a palavra “combat”, assim bem como para outras palavras com o som rígido C para os jogos posteriores da série alem de colocar originalidade ao jogo. Os primeiros jogos são reconhecidos especialmente pelos seus sprites realisticamente digitalizados (os jogos contemporâneos usam sprites desenhados manualmente) e o uso extensivo de troca de palete para criar novos personagens.

Juntamente com Street Fighter da Capcom e Tekken da NamcoMortal Kombat tornou-se uma das mais influentes e mais bem sucedidas séries de jogos de luta na história dos vídeojogos. Em Abril de 2015, depois do lançamento de Mortal Kombat X, a série já tinha vendido mais de 35 milhões de unidades.[4]

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Após a leitura e discussão do conto “A missa do galo”, os alunos do curso de Telecomunicações 2 e Edificações 2 (IFG- Campus Goiânia) produziram releituras. Confiram os trabalhos!

No  dia 8 de Outubro de 2018, as turmas de Edificações 2 e Telecomunicações 2, do Instituto Federal de Goias, Campus Goiânia, realizaram o  julgamento da personagem Capitu, do livro Dom Casmurro de Machado de Assis. Após a leitura da obra, os alunos trabalharam na construção da argumentação para defender ou acusar a Capitu de ter traído ou não a personagem Bento Santiago. Para compor a bancada dos jurados foram convidadas as turmas de Mineração 2 e Eletrotécnica 2. O juri tomou sua decisão de acordo com a melhor defesa ou acusação apresentada pelas turmas de Edificações e Tel., sendo a ré acusada no primeiro caso e absolvida no segundo. Após o julgamento, realizamos também um debate sobre a obra.

Estas paródias foram produzidas pelos alunos do 2 º ano de Edificações do Instituto Federal de Goiás-Campus Goiânia, a  partir do estudo dos seguintes conteúdos: romantismo, intertextualidade.

 

Este trabalho foi realizado com alunos da primeira série do Ensino Médio (cursos de Mineração, Telecomunicação e Eletrotécnica) no Instituto Federal de Goiás- Campus Goiânia.  Os alunos realizaram a leitura prévia da obra, estudamos o gênero teatro, e os mesmos preparam uma apresentação teatral. Além disso, trabalhamos ainda o gênero resenha, o que deu origem aos textos postados nos comentários.

 

Este trabalho foi realizado com alunos da primeira série do Ensino Médio ( cursos de Mineração, eletrotécnica e telecomunicações) no Instituto Federal de Goiás- Campus Goiânia.  Os alunos realizaram a leitura prévia da obra, estudamos o gênero teatro, e os mesmos preparam uma apresentação teatral. Além disso, trabalhamos ainda o gênero resenha, o que deu origem aos textos postados nos comentários.

 

 

 

Apresentação dos aluno do 9º ano (2017)do Colégio Jesus Maria José

Após a leitura da obra “A culpa é das estrelas”, realizamos uma roda de conversa sobre sobre o livro e assistimos ao filme a pedido dos alunos.  Em seguida, fizemos uma sala temática em que eles expuseram: vídeos sobre os tipos de câncer; cartazes e desenhos; uma encenação teatral de um trecho da obra e ainda cantaram a música tema do filme. No dia da culminância, os alunos do 9º ano convidaram os colegas das demais turmas para assistir. Foi tudo muito legal!